sábado, 28 de maio de 2011

House

Gosto da ética do House.
Não sei se "gosto", quem sabe, aprovo pelos argumentos que ele dá!
Estou revendo a primeira temporada.
Ele sabe o que escrafunchar a pessoa, as mentiras, as opções...

O que mais penso é que quanto mais sei sobre algo, mais temo deixar de acreditar.
Quanto mais sei das possibilidades, de como uma pessoa reage a mim e essa minha mania de estar, ficar próxima... me dizem muito.

Aprovo o tipo de investigação que ele faz, porque, ele faz. Eu cogito, seleciono informações e procuro, geralmente as respostas mais pessimistas. Não é só uma maneira de me proteger, mas na verdade, o mais próximo da realidade.

O ceticismo me agrada, pois me faz buscar evidências na crença em Deus. Minha busca pela ciencificidade e racionalidade me impulcionam a descrer em milagres.

Ou, acredito neles para provar o contrário.

Eu já sei o que fazer!!!

Vou fazer o básico: fazer um chá. Comer torradas com mel.
Mel que comprei hoje pela manhã.

Esperarei a encomenda, sentada pegando o sol da manhã comendo o que mais gosto. Porque, se a encomenda não chegar, entenderei o óbvio: não há remetente.

Existem fatos para comprovar tudo. Com meu chá quente, nesses dias de outono poderei pensar com clareza. Esperando a encomenda ou entendendo os processos do remetente. 

Todos mentem. Todos desistem de algo. Todos precisam de uma segunda chance. Todos merecem viver em paz e tomar suas decisões.

A minha: tomar chá com torradas e mel.
Não se pode viver com medo, mas há de se ter prudência e racionalidade. A coragem não é a insensatez, ao contrário, a coragem é racionalizar o desejo e a concequência das escolhas.

O meu chá, torradas e mel, não prejudicam ninguém, só o esmalte dos meus dentes, que são meus.

Agora, é saber em que apostar.
Concordo com o House! Conviver é complicado, as pessoas nunca mostram o que são e são o inesperado óvio da previsibilidade.

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