Só vemos o que queremos ver e eu já disse isso aqui em muitos lugares para diversas pessoas. Repeti tantas vezes que acho que estou começando a aprender...
Quando lemos a poesia do escritor, os versos de amor, desejamos ser aquela que ele se inspiriou... Queremos, pois, quem nesse mundo não quer ser desejado, amado e objeto de sonhos na mente do outro.
Quando leio algumas pesias do Fernando Pessoa, do Neruda... queria ser aquela musa deles... ser seus objetos...
Mas a vida é dura, você nem sempre vai ser a musa de alguém, seu amor pode não ser correspondido e aí começam as listas de realidade (essa é pra ti mesmo!!!! mas sinto raiva da minha burrice em não perceber!)
É só uma questão de tempo para ficar claro, eu pensando que me encaixava em histórias, hahahaha.... quanta ingenuidae, em pleno 32 anos de vida, lendo Morin, Freire, defendo a justiça e os direitos humanos... tantas ideologias e a crença no amor, puro, bonito, sublime de um passado maravilhoso que JAMAIS se repetirá.
É claro que as pistas estavam na minha frente, mas como não sou de ficar futricando muito na vida alheia, mas o óbvio me saltou aos olhos. E reli os posts e vi a verdade, não era eu, nunca foi... a mjulher especial, maravilhosa, inteligente, perfeita, incrivel, de humor espetacular... ela uma outra pessoa.
E eu sentada no muro, esperando...
Minha amiga me avisou que era perda de tempo. Achava que amor nunca é perda de tempo. Ainda acredito nisso... mas há de se ter dignidade, né. Sacudir a poeira, limpar as lágrimas e dizer o adeus. Guardar no fundo da alma o sentimento bom que se teve, buscar a maturidade de não comparar mais nenhum homem como ele para ser referêrencia. Os toques, os beijos, o clor dos corpos, o olhar de cumplicidade e alegria... exatamente assim, acho que não haverá mais entre eu e ele.
Fiz meus investimentos, busquei, dei minha cara a tapa, mostrei meus sentimentos e cara - tem que ser muit forte pra assumir isso! Tem que ter muito amor para fazer isso e nada de covardia.
Covarde é aquele que dá voltas em torno de si mesmo para fazer de conta que faz algo. "sempre em frente, não temos tempo a perder..."
Não sinto que perdi tempo amando, ou esperando algo. /só que pena que não percebi o óbvio, sonhei demais, fui pra terra do nunca e não cresci....
Voltando a realidade. "Eu continuo aqui, meus amigos e me lembro de você, em dias assim, dia de chuva, dia de sol"... Ainda amo, mas com pé atras.
//ele encontrou algo que lhe dá segurança e eu talves daria o turbilhão da minha energia, discussão, vontade de vida, argumentação louca e uma vontade doida de amar seu corpo, uma vez mais...
Mas acho que pode ser sonho, e o é!
Pena... "o tempo não para"...
stou na estrada para onde você está
apenas me de tempo para parar
domingo, 30 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Comparações
Passamos, um tempo na vida, comparando-se com os demais. Sejam por parecerem mais inteligentes, ter poder aquisitivo maior, ter as melhores roupas, saber falar em inglês ou ser a bonequinha do grupo... ser a pessoa que passa a cola pros colegas por ter estudado muito e agora “paga” pra se enturmar.
Eu tinha alguns grupos: os mais bagunceiros (geralmente eu era a única guria!), afinal não me classificava com as meninas patricinhas do colégio! Namorar, também foi algo diferente, enquanto muitas faziam uma lista, com os mais “promissores”, geralmente eu era do grupo alternativo.
Sei lá, sempre passei pelo patinho feio, mas sem muita esperança de me tornar um belo cisne! Bem, eu sobrevivi.
Ainda na adolescência, tive os casos mais interessantes. Conheci pessoas diferentes, conheci o inferno que as pessoas chamam de Pelotas, aqui no RS. Odeio esse lugar quase tanto quanto aqueles familiares que lá convivi. Foi lá que algumas coisas aconteceram que mudaram pro resto da minha vida... Mas não posso revelar, prometi.
Seguindo minhas desventuras em série, conheci um sargento, aqui em Porto Alegre, do Exército – sem dúvida, meu pai acreditou que enfim, teria colocado minha vida nos eixos! Tadinho, ele sonhou alto demais. O tal rapaz era carioca, mandão e queria uma mulher submissa e uma amante quente – mas pêra lá, eu recém tinha 17 anos! Não dava pra fazer isso tudo!
Com o tempo, fui pra terminar os estudos no Universitário e lá conheci um camarada muito legal, ao qual me apresentou seu amigo e nós meio que nos encantamos. Ele era um cara de personalidade livre e eu queria isso. Conhecemo-nos. Passávamos as madrugadas juntos, dormíamos na casa dele, e tomávamos café no mercado público, depois cada um ia para seu trabalho. Foi muito bom, pena que durou pouco, ele tinha uma viagem marcada para o Chile. Lembro de duas coisas bonitas que e disse: “queria ter te conhecido muito antes ou depois dessa viagem, pois sei que tudo vai mudar com nossa distância” – e foi a pura verdade! Outra, foi uma carta que me enviou, com o refrão da música que gostava e não deixei de gostar até hoje: “sabe, turururu, estou louco pra te ver...” e dizia a localização e quando achava que voltava.
Mas demorou e lembro também que ele cometeu o maior erro de sua vida comigo: proibiu-me de ir ao “IBAMA”. Proibir-me é o mesmo que dizer vá! E eu fui, me diverti e conheci aquele que por muitos anos iria amar. Lá comecei a me relacionar com outra pessoa.
Primeiro até pensei que estaria traindo, mas se meu desejo era mais forte, então estaria me traindo se não fizesse o que meu coração mandava.
Foi ótimo, do princípio ao fim. 7 meses inesquecíveis.
Passei anos relembrando, usando um moleton velho pra trazer ele pra perto de mim. Inventei um codinome, quase um avatar para estar perto dele.
Um dia, tomei coragem ou uma super dose de loucura, insensatez e fui lá, ver com meus próprios olhos. O amei novamente. Esperei respostas, queria ser correspondida.
Depois de um certo tempo, sentada ao lado do muro, percebi que que não era eu quem tinha a chave de entrada do grande portão de ferro. Foi difícil compreender, aceitar, digerir tanta informação. Tudo havia sido óbvio e eu, em meus devaneios, não enxerguei o que estava em minha frente.
Descobrir o real é difícil. Mas ainda assim, é o melhor para viver e saber caminhar no chão firme.
Gosto de dizer: “não errei, eu amei”. Amar não errado, se entregar a esse amor, tão pouco. O Complicado (que não é errado, mas é mais sofrido) é esperar por algo que está provado que não dará retorno. É fermento fora da validade, pão de queijo duro, caneta sem tinta, fetutinni sem creme de leite, batata frita sem catchup... é tarde de verão sem aquela fanta gelada.
Você conhece o gosto, mas não tem a outra parte. Vai se desesperar por isso? Entrar em depressão, se sentir a última das mulheres, engordar, resmungar, perder a fé, deixar de cantarolar “Hoje a noite não tem luar” ou “índios”... Não. Canta “já foi” do Jota Quest pra animar a festa.
Abandonar os demônios fantasiados de anjos do passado faz bem pra alma! Se sentir linda, atraente, mesmo que não seja pra aquele que tu jurava ser a tua cara metade. Porque, segundo o “Divã”, “Ô, Lopes, tu já viu alguém desejar ser uma laranja inteira, olha ele é a metade da laranja, comigo, somos uma só...” É cômico e real! Não devemos mudar pelos outros, merecemos mudar o que nos faz menos felizes.
E sinto que estou, a duras penas, olhando novamente pra mim e me descobrindo como uma bela, inteligente e capaz mulher que sempre fui sem me reconhecer como tal!
Sou incomparável, não melhor que outros.
sábado, 22 de outubro de 2011
A fruta desejada!
Passei meses a admirar uma árvore, uma mangueira. quando tal árvore apresentou seus pequenos frutos, pus-me a observar seu desenvolvimeto. deseja do seu fruto.
Passava diariamente por ela, e lembrava o quão delicioso era seu nectar. Eram ainda muito verdes, e era prudente a espera. O tempo foi passando, as frutas aumentando de tamanho e suas formas cada vez mais atraente.
Havia uma delas que mais queria, ela parcia perfeita, inigualável...
Então, foi amadurecendo e cada dia mais bela aos meus olhos. O dono da árvore, para evitar ladrões e depredadores, ele colocou arame farpapo ao redor dos galhos. Nada como uma escada, uma conversa amistosa e deliada com o dono, pensei eu - afinal o que faria de mal comer uma manga?
Por fim, quando aquela que parecia perfeita entre as demais, passo pela manhã e vejo um passarinho degustando a manga, fiquei chateada, mas fui mais perto para ver melhor. Então, vi que o pássaro não se alimentava da fruta, comia os vermes dentro dela.
Que coisa horrivel, pensei eu. Passei tanto tempo imaginando me lambusar com a manga, estar satisfeita após consumar meu desejo e satisfazer-me com seu doce gosto... Na verdade esta cheio de bichos feios.
A feiura não me fere, mas neste momento, prefiro rir de saber que são feios e eu não me contaminei com isso.
Então tento levar isso para minha vidinha.
Você deseja, mas isso não quer dizer que seja o melhor, as vezes, pode estar bichado, outro pássaro, feio, desengonsado pode comer do fruto que desejava. E vocÊ faz o que?
Dá boas risadas da infantil ideia da perfeição e do ideal. Existem muitas frutas a serem degustadas e não uma perfeita na sua cabeça!
Há morangos, abacates, melancias, bananas, ameixas... e várias que ainda não provei.
A feiura, está justamente no espaço de consolo daquilo que não se pode ter. Que sejam feios, que sejam o que forem, mas eu, consegui me ver bela e com condições de não depositar minha felicidade em degustar "aquela" e única fruta...
"o resto são os outros" e eu sou mais eu - novamente!!!!
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Sobre Facas e Momentos da Vida
Pra cada coisa, carne, legumes, peixes... enfim, segundo os mestres da arte da cozinha, pra cada uma das situações: uma faca diferente.
Parei para pensar um pouco e acho que dá para fazer uma analogia com a vida. Na vida, cada situção, uma estratégia. A estratégia está para todas as situações, assim como os diferentes tipos de faca estão para os desafios da culinária. Como gosto de comida chinesa e japonesa, entendo que, uma faca mal amolada, estraga o prato a ser feito.
Com tudo que venho tendo de dificuldades para aceitar e esperar o tempo passar. Gosto muito do filme do "Classe A", temos que estar a três passos do inimigo. Mas quem é meu inimigo? Pois é, pergunta idiota e ao meso tempo tão perfeita: o maior inimigo da gente, somos nós mesmos. Somos nós que damos o limite. Somos nós que tomamos decisões, que assumimos ou não riscos, que optmos por ter ou deixar... enfim, quem pode ou não cooperar com nosso sucesso, somos nós mesmos.
Briguei com minha terapêuta, sim, ela só diz que não tem receitas na vida, que sou quem decide, que tenho isso ou aquilo, que diz que quando estou triste e reclamo fico como minha mãe (e por Deus, odeio quando ela faz isso!!! - dentro da psicanálise, entendo que isso significa muito, o que me ofendo, mexe comigo, se não ignoraria. é como um distanciamento e quando se vê, a pessoa ou coisa que menos se quer, está lá, do seu lado, tipo, ex-marido...). Então, hoje, percebo que terei que fazer as pazes. Mais uma faca específica que usarei, quero dizer, uma estratégia - não pense que dilacerarei minha psicóloga, embora já tenha feito isso simbolicamente...), sim, ela tem razão. O pior de tudo, ela tem razão!!!
Nesse momento da minha vida, não adianta ter a "faca do Chef", preciso ter a de cortar legumes, amolá-la com paciência e cortar minhas batatas e nabos. Ainda não é momentto de cortar filés de salmão. Quero fazê-los, e os quero agora! Mas o Mestre da Vida me diz que preciso de treino, despreendimento e muita cautela. Me fala sobre a sabedoria das plantas, do tempo que esperam e se resumem a bulbos no inverno e a belas flores na primavera. Me faz pensar sobre as diferentes situações que é preciso ter calma antes de resolver. Meditar sobre a vida e morrer para ela mesma. Quando me despreender dela, a terei em plenitude.
Uma faca para cada comida.
Uma estratégia para cada situação.
Um sorriso para cada lágrima.
Uma frase de sabedoria para cada aprendizado.
Parei para pensar um pouco e acho que dá para fazer uma analogia com a vida. Na vida, cada situção, uma estratégia. A estratégia está para todas as situações, assim como os diferentes tipos de faca estão para os desafios da culinária. Como gosto de comida chinesa e japonesa, entendo que, uma faca mal amolada, estraga o prato a ser feito.
Com tudo que venho tendo de dificuldades para aceitar e esperar o tempo passar. Gosto muito do filme do "Classe A", temos que estar a três passos do inimigo. Mas quem é meu inimigo? Pois é, pergunta idiota e ao meso tempo tão perfeita: o maior inimigo da gente, somos nós mesmos. Somos nós que damos o limite. Somos nós que tomamos decisões, que assumimos ou não riscos, que optmos por ter ou deixar... enfim, quem pode ou não cooperar com nosso sucesso, somos nós mesmos.
Briguei com minha terapêuta, sim, ela só diz que não tem receitas na vida, que sou quem decide, que tenho isso ou aquilo, que diz que quando estou triste e reclamo fico como minha mãe (e por Deus, odeio quando ela faz isso!!! - dentro da psicanálise, entendo que isso significa muito, o que me ofendo, mexe comigo, se não ignoraria. é como um distanciamento e quando se vê, a pessoa ou coisa que menos se quer, está lá, do seu lado, tipo, ex-marido...). Então, hoje, percebo que terei que fazer as pazes. Mais uma faca específica que usarei, quero dizer, uma estratégia - não pense que dilacerarei minha psicóloga, embora já tenha feito isso simbolicamente...), sim, ela tem razão. O pior de tudo, ela tem razão!!!
Nesse momento da minha vida, não adianta ter a "faca do Chef", preciso ter a de cortar legumes, amolá-la com paciência e cortar minhas batatas e nabos. Ainda não é momentto de cortar filés de salmão. Quero fazê-los, e os quero agora! Mas o Mestre da Vida me diz que preciso de treino, despreendimento e muita cautela. Me fala sobre a sabedoria das plantas, do tempo que esperam e se resumem a bulbos no inverno e a belas flores na primavera. Me faz pensar sobre as diferentes situações que é preciso ter calma antes de resolver. Meditar sobre a vida e morrer para ela mesma. Quando me despreender dela, a terei em plenitude.
Uma faca para cada comida.
Uma estratégia para cada situação.
Um sorriso para cada lágrima.
Uma frase de sabedoria para cada aprendizado.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Verdade
Nada como as verdades para consumir os sonhos.
Conta pra uma criança que coelho da páscoa não existe e entenda que seu sonho dos chocolates vão por água baixo. O sonho pertence ao lado mágico e inesplicável do campo da sorte e das oimprobabilidades que a matemática nos explica.
As verdades descobrem os fatos, os meios e os fins das coisas.
Embora ame a lógica, lute pela transaprência das situações... sonhar, as vezes é um ópio.
A verdade é que mais uma vez terei de abandonar meu mundo de conforto e crescer. Sair daqui e ir pra outro lugar. Um espaço desconhecido.
Agradeço a todos que vem me ajudando a VER o que não exergava. Valeu Bion, Joce, Andrea e Capitão.
Fica aqui, meus ecos.
Conta pra uma criança que coelho da páscoa não existe e entenda que seu sonho dos chocolates vão por água baixo. O sonho pertence ao lado mágico e inesplicável do campo da sorte e das oimprobabilidades que a matemática nos explica.
As verdades descobrem os fatos, os meios e os fins das coisas.
Embora ame a lógica, lute pela transaprência das situações... sonhar, as vezes é um ópio.
A verdade é que mais uma vez terei de abandonar meu mundo de conforto e crescer. Sair daqui e ir pra outro lugar. Um espaço desconhecido.
Agradeço a todos que vem me ajudando a VER o que não exergava. Valeu Bion, Joce, Andrea e Capitão.
Fica aqui, meus ecos.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
É preciso olhos para ver?
Bem, estamos cercados de pessoas descrentes, ou melhor, apenas crentes naquilo que é concreto.
Não sei bem, mas eu tento ver o que não é concreto. Pode ser devaneio, sonho, idealismo...
Quem sabe eu vejo o quero ver. É uma opção.
E os demais que esperam ver e depois tão dito, escancarado, não veem?
Não compreendem qque são amados?
É por falta de inteligência? Desejo de ser bajulado?
Eu não sei. Parece-me que óbvio não parece ser óbvio...
Assistia ao filme "Avatar". A "gata" diz: eu vejo você.
Que quer dizer, nesse contexto, "eu vejo você?
Do que entendi, e me perdoe os melhores pensadores, os idealistas do plano do filme, acho que o "VER" é reconhecer, atribuir sentido, empatizar.
Eu fecho meus olhos e vejo: o sentido que faz para a minha vida, amá-lo.
Contudo, nem sempre percebo seu olhar buscar algo em mim.
Começo a perceber o sentido quando "VEJO", meu tempo passou e acho que me diz que devo virar a página, acho que é isso que me mostra e eu não vejo.
É preciso que eu foque meu olhar e leia distância como distância, separação e ponto final. É necessário que eu ame, ame de todo o meu coração e como diz no livro: "comer, rezar, amar": Ame e depois esqueça.
Não sei se consigo, tenho que tentar. Pois não é por mim que devo fazer isso, tenho ver o óbvio que me mostram de diferentes maneiras que não sou a cereja do bolo, hehehe, que FUI, embora ele ainda SEJA.
Melhorarei minha visão, e então, poderei dar paz a quem a merece!
sábado, 1 de outubro de 2011
Salão
Quinta-feira fui a estética. Graças a Deus, pude fazer minha mão, meu lindo pezinho e sofrer naquilo que chamam se sala de depilação.
Depilação é coisa pra louco, certamente. Tu fica quase toda nua, pra uma mulher praticamente arrancar-lhe o couro. Cada puxada, um urro abafado, um leve sorriso de medonha dor e a esperança que será menos uma. Legal mesmo, quando ela pega a pinça para tirar "os companheiros" que não saíram com aquela cera quente e seu puxar descomunal em tua carne, aqueles beliscões são muito chatos.
Depois de tudo, e aqui não entrarei em mais detalhes, ela te pergunta se está bom. Bem, realmente, a "coisa" tá de cara nova, ao menos parece mais nova e claro, tu só diz obrigada.
Mas quando tu vai pra manicure, é ótimo, lá podemos falar da nossa vida, uma certa terapia com muitas rizadas. Pena que desta vez não tivemos tão espaço pra nós, mas tava bom.
Agora, mais feminina, com menos pelos, com alegria de ter sobrevivido a depilação... me sinto bem!!!
Nada como uma noite no salão!
Depilação é coisa pra louco, certamente. Tu fica quase toda nua, pra uma mulher praticamente arrancar-lhe o couro. Cada puxada, um urro abafado, um leve sorriso de medonha dor e a esperança que será menos uma. Legal mesmo, quando ela pega a pinça para tirar "os companheiros" que não saíram com aquela cera quente e seu puxar descomunal em tua carne, aqueles beliscões são muito chatos.
Depois de tudo, e aqui não entrarei em mais detalhes, ela te pergunta se está bom. Bem, realmente, a "coisa" tá de cara nova, ao menos parece mais nova e claro, tu só diz obrigada.
Mas quando tu vai pra manicure, é ótimo, lá podemos falar da nossa vida, uma certa terapia com muitas rizadas. Pena que desta vez não tivemos tão espaço pra nós, mas tava bom.
Agora, mais feminina, com menos pelos, com alegria de ter sobrevivido a depilação... me sinto bem!!!
Nada como uma noite no salão!
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