sábado, 31 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Contradições
Na vida da gente, por mais consciente que se tente ser, sempre há contradições.
Eu, que não suporto muita gente, acabo me rendendo aos grupos. Eu que me sinto tão fora deste mundo, estou nele.
Sou a corajosa mais covarde, a passional mais metódica, a neurótica mais psicótica e normal dentre os esquizofrênicos...
Essas contradições temperam a vida, mas também, puxam nosso tapete. Não se pode ter tudo, como também não podemos nos contentar com pouco ou nada.
Fugir, requer organização tal de não saber o que vira se permanecer com quem está, onde está que apenas negamos e saímos. Não sabemos os dados reais, como resolver, mas a fuga é uma dessa alternativas. Alternativas nada construtivas para as relações, mas que relações?
Ah, quanto mais estudo relações, formação de grupos, mais invejo quem consegue, mais me coloco de fora deles...
Afinal, somos seres que andamos em grupos. Mas, estando em grupos podemos sermos pertencentes a ele? Que reações são realmente e socialmente aceitas nos grupos, pelos grupos, para os grupos?
Que relações hierárquicas construimos e somos constituídos?
Que formações simbólicas serão ou não elaboradas por essas vivências?
Afinal, só há um significado por um significante, então, se o grupo não me afeta, ou melhor, não se torna um ícone de sobrevivência, logo, o rejeito. Rejeito por ele ser, no todo, uma força que eu jamais romperei seus laços; e, por suas partes serem tão nocivas quanto o todo e serem particurlamente fora do conteúdo ético do qual tento me aproximar.
Há contradições em tudo isso, uma vez que, trabalho com crianças e fomento o trabalho em grupo, quanto mais heterogênio for, melhor para o desenvolvimento e construção do conhecimento. Ok, Vygotsk amaria minhas aulas, mas Bion me assassinaria, a tiro a roupa, sem piedade - e olha que ele foi muito estioso nos casos psicóticos!
Sim, há contradições. Sou uma pessoa de uma identidade severa, ninguém pode mudar minha essencia. E tenho uma fala as vezes flexivel demais.
Sou solitária, mas não ensino isso aos meus alunos. Eles devem se descobrir. "Conhecer a si mesmo". Assim, poderão ter suas contradições, discrepancias, alucinações e mais que tudo, vida e amor.
Se um dia serei alguém que viverá e convevirá bem em grupos, só o futuro dirá, por enquanto, aqui, estou eu... só e mal acompanhada.
Eu, que não suporto muita gente, acabo me rendendo aos grupos. Eu que me sinto tão fora deste mundo, estou nele.
Sou a corajosa mais covarde, a passional mais metódica, a neurótica mais psicótica e normal dentre os esquizofrênicos...
Essas contradições temperam a vida, mas também, puxam nosso tapete. Não se pode ter tudo, como também não podemos nos contentar com pouco ou nada.
Fugir, requer organização tal de não saber o que vira se permanecer com quem está, onde está que apenas negamos e saímos. Não sabemos os dados reais, como resolver, mas a fuga é uma dessa alternativas. Alternativas nada construtivas para as relações, mas que relações?
Ah, quanto mais estudo relações, formação de grupos, mais invejo quem consegue, mais me coloco de fora deles...
Afinal, somos seres que andamos em grupos. Mas, estando em grupos podemos sermos pertencentes a ele? Que reações são realmente e socialmente aceitas nos grupos, pelos grupos, para os grupos?
Que relações hierárquicas construimos e somos constituídos?
Que formações simbólicas serão ou não elaboradas por essas vivências?
Afinal, só há um significado por um significante, então, se o grupo não me afeta, ou melhor, não se torna um ícone de sobrevivência, logo, o rejeito. Rejeito por ele ser, no todo, uma força que eu jamais romperei seus laços; e, por suas partes serem tão nocivas quanto o todo e serem particurlamente fora do conteúdo ético do qual tento me aproximar.
Há contradições em tudo isso, uma vez que, trabalho com crianças e fomento o trabalho em grupo, quanto mais heterogênio for, melhor para o desenvolvimento e construção do conhecimento. Ok, Vygotsk amaria minhas aulas, mas Bion me assassinaria, a tiro a roupa, sem piedade - e olha que ele foi muito estioso nos casos psicóticos!
Sim, há contradições. Sou uma pessoa de uma identidade severa, ninguém pode mudar minha essencia. E tenho uma fala as vezes flexivel demais.
Sou solitária, mas não ensino isso aos meus alunos. Eles devem se descobrir. "Conhecer a si mesmo". Assim, poderão ter suas contradições, discrepancias, alucinações e mais que tudo, vida e amor.
Se um dia serei alguém que viverá e convevirá bem em grupos, só o futuro dirá, por enquanto, aqui, estou eu... só e mal acompanhada.
sábado, 24 de julho de 2010
Desejo de poder
Hoje e ontem passei por uma situação muito complicada.
Recebi um telefonema sobre as minhas "obrigações" com um grupo de pessoas. Pois bem, como uma pessoa que acredita em Deus como eu, acabo participando de um grupo que estuda os autores da Bíblia.
Não me considero uma evangélica, tão pouco uma carola. Considero-me uma estudiosa, curiosa e acadêmica leiga na teologia.
A escola que trabalho já me indicou o estudo da teologia por ver aptidões para ampliar meus estudos. Fui convidada pelo líder desse grupo por ter capacidade de apresentar didaticamente aos mais jovens uma certa introdução aos estudos.
Os estudos de março e abril foram a planetariedade, assunto que tenho bons argumentos, e que pelo prisma bíblico, é pouco abordado.
Enfim, como tenho outros compromissos, as vezes não posso estar presente e outra pessoa responsável me substitui.
Tudo gira em torno dessa pessoa, e minha analista diria: "ah, a outra pessoa, sempre há a outra pessoa!", sim há sempre aqueles atrapalhando meu caminho. O fato é que tento observar o que ninguém normalmente vê, ou poderíamos chamar de teoria da conspiração. Essa fulana, bem, precisou me substiuir por dois finais de semana, e então me liga na sexta-feira me dando uma lista de afazeres. Eu estava dormindo e fui surpreendida por ela. Concordei com tudo - esse é o maior mal, desconfie se eu concordar com tudo, geralmente não concordo com nada e creio que não vale a pena discutir com alguém que não entenderia a introdução da minha fala.
Fui hoje pela manhã e fiz tudo, sim, tudo. Eu, no banco, escutando a mim mesma teria interpretado uma exposição excessiva e diria que é uma pessoa tão auto-suficiente que nem se quer pediu parceiros para partilhar suas ideias. Sim, eu faria essa crítica.
Mas na verdade, entendi, que, ela se sente ameaçada por mim. Alguém que quer que eu participe das suas vontades, que alguém dê um basta em mim, ela quer saber porque eu não estou religiosamente todos os finais de semana lá, mesmo que ela não queira minha presença. Eu recebo paraabenizações, sou uma convidada especial, as pessoas publicamente dizem que apreciam minhas palavras e exemplos. Ela e sua família apresentam um lado legalista e punitivo a respeito das escrituras e seus escritores; eu apresento a inspiração, a relação que esse indivíduo teve com o trascendente, o que ele aprendeu, o que expienciou, o que partilhou de seus entendimentos e ainda procuro algumas palavras no grego e latim para ampliar a explicação da tradução. Enfim, sou uma acadêmica, não estou para mensurar fé, estou ali relatando em detalhes leigos desses registros.
Existe uma grande diferença entre o professor e o evangelista. Sou professora, não sou evangelista. O professor ensina a ler, compreender a cultura e sua expressão, seja ela escrita ou artisticamente materializada por formas que não os grafemas. O evangelista se apropria das expressões do primeiro e segundo testamentos bíblicos e os coloca como verdade última.
Dos meus estudos, poderá emergir evangelistas, mas não é meu objetivo. Como sempre, o meu objetivo é o de partilhar o que sei com aqueles que também sabem ou sabem coisas diferentes, montar um diálogo que não propriamente precisa chegar a um consenso. É um embate de ideias.
Infelizmente sei que meus dias estão contados. Acho que me terão até o final do ano, com muita sorte e tolerância, provavelmente por minha parte.
O desejo de poder que essa mulher me transmite é tal, que tenta me prejudicar em minhas exposições. Ela tenta mostrar-se mais organizada que eu, mas isso é fácil. Busca uma lei máxima para me destituir de um pedestal que ela acredita que eu esteja, isso será difícil, pois não há pedestal. Ela crê que eu, de alguma forma, não mereço estar no papel de professora. Ela tem um desejo de poder, maior que a razão pode pensar.
Eu li seu perfil. Uma mulher manipuladora, insegura, auto-suficiente e autoritária. Somando a vontade de poder, isso me deixa a margem de qualquer um.
Busco a tolerância, a política da boa vizinhança, o respeito ao ser humano basiada nos Direitos Humanos e respiro fundo.
Sim, sempre haverá um outro em nossas vidas, provarão o quanto podemos ser terríveis com eles por serem quem são. Esse outro me mostra também que não posso ser inocente, no sentido de ingenuidade, preciso ser diligente. Ao ser diligente isso não me desapropria de ser firme aos meus propósitos, assim como saber o que e em que momento dar adeus a eles naquele espaço.
Tudo que gera sofrimento emocional e desgaste, deve ser revisto, reelaborado. É preciso saber os desejos das pessoas, mas não os que elas dizem, os que elas não dizem.
O caminhar, o olhar e o falar de uma pessoa, assim, como fala e o que fala com os movimentos de seu corpo, falam mais do que a respposta a pergunta que você fez.
Sou extremamente desconfiada. É um mecanismo de defesa. E ao mesmo tempo crente que o ser humano pode ser melhor que o é. Muito embora, há evidências incontestáveis que ela cada vez mais putrefa sob nossos olhos.
Serei eu a última idealista no mundo?
Ou serei convencida que tudo é uma grande ilusão, que não há como ter esperanças, que não devamos ter filhos, casar, sonhar com uma casa, cachorro e claro, gatos; uma casa na praia e viagens a europa?
Bem, tenho gato e sonhos e mais meia dúzia de coisas.
Meu maior desejo é poder realizar meus sonhos de conhecimento, pouco me importa dominar pessoas. Acho que dominar pessoas é tão pouco, requer tanto esforço e pouco retorno. Dominar mentes infrutíferas, que lucro tem?
Mandar em pessoas que mal sabem amarrar os próprios cadarços, vislumbrar entender o sentido da vida, discutir Sócrates e Freud, A carta aos Coríntios, Apocalípse, Pitágoras, seitas e religiões... passar madrugadas discutindo o sexo dos anjos é mais frutífero do que dominar mentes.
A diferença é: discutir sobre, não diz que você é seguidor ou que vai aumentar seu salário, mas oxigena teu cérebro, conhece outros pontos de vista.
Dominar pessoas requer muita energia, manipulação e cuidados diários para que mesmo tento influências de pessoas como eu, elas ainda a sigam.
Desejo de poder, me desculpe, não tenho esse material a venda, procure no final da rua, lá encontrará uma senhora, douta no assunto que tem sua atenção.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
O essencial é invisível aos olhos
Me deparei novamente com essa frase hoje. Claro, voltei ao dia que li Pequeno Príncipe.
Afinal, o que é essencial pra cada um?
Eu penso, que cada ser nesse mundo vive em seu pequeno universo de inseguranças, disputas, lágrimas e mamadeiras... sim, pode parecer grotesco, mas você só poderá se sentir mais agressivo em disputas se for fomentado os elementos edipianos do teu inconsciente. Será mais ou menos seguro conforme a relação que sua mãe e pai deram nos primeiros anos de vida... toda a lágrima é um retorno a um momento seguro da sua vida, e as mamadeiras, ah, ninguém faz esforço pra mamar nelas...
Enfim, depois de acabar com os sonhos de alguns, de poder ver que há pouca magia na vida, mas uma lista de traumas e possíveis repaginações... Penso que o essencial de cada um é pra cada um.
Poderia eu, em minha vontade máxima, apontar os absurdos, que são para mim, do que é essencial pro meu vizinho, colegas de trabalho, o cara do ponto de ônibus, o empacotador do super mercado que compro, pro gerente do meu banco...
Mas me limitarei em aceitar que cada um tem suas prioridades. Cada um lhe dará conselhos, palpites e receitas pra felicidade.
O essencial é invisível aos olhos por ser subjetivo. Só é materializável pra quem o deseja.
Não acredito mais em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa... Isso não quer dizer que não acredite que as pessoas mudem. Acho que com o tempo todos mudam. Eu sei que mudei, agora, se foi pra melhor... Pergunte ao público.
O meu essencial, é só meu. E certamente irrita outras pessoas, por não ser o essencial delas. Tolerância, minha jovem, eu também tenho que ter com você, quando vem me falar de coisas superficiais e vazias como a vossa mente... Como consigo, é simples: ou imagino ETs invadindo o planeta e a abduzindo e isso explicaria a falta de céfalo, ou uma bigorna caindo na cabeça já sem céfalo devido a abdução recente.
Tudo parece uma grande piada, e o é!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Livros usados
Nesta segunda-feira fui ao centro da cidade, visitei minha irmã, conversamos num animado café.
Sai e fui em direção a Casa de Cultura Mário Quintana. ali perto tem o Beco do Livro, busquei uma certa bibliografia que tenho dificuldade em encontrar. O maldito Zimermann é dificíl de achar. Comprei dois livros sobre Bion, estou deslumbrada... Encontrei um termo que fazia tempo que não ofendia as pessoas com ele "mentecapto", ele dá uma explicação tão notória, que pude tranquilamente entender o que faz os ataques de fúria, ciúmes... também um montão de coisas.
Mas o diabo do Zimermann, depois de virar a livraria, encontramos só num site, que custava só R$ 128,00. Olhei e perguntei, "esse livro tem o que, 300 páginas?, e elas, me disseram que sim... bem não é atoa que é um manual técnico da psicanálise.
Pra melhorar, comprei dois HQs do Spawn (46) e X-MAN (385), R$ 3,00 cada um. Mas sei que não tanto minha praia, pois não entendi uns lances, pois depende de informações de outras edições!
Acho legal comprar livros, livros usados também, contudo não sou uma pessoa que se desfaz dos seus livros. Sou mais daquelas que guardam.
Ainda me faltam 3 livros e tenho apenas duas semanas para reler tudo e editar o tcc. O grosso do texto será nestas férias, depois a primeira quinzena de agosto é minha revisão e ainda deve passar pela revisão ortográfica.
Amo livros, acho que abrirei uma livraria daqui uns anos, reviver o filme, que diga-se de passagem jamais o vi completamente, "mensagem pra você".
Vou buscar o livro em outros lugares, não desistirei. Irei em busca do Santo Graal! Só espero que nenhum Merlin atrapalhe meu caminho, sabe como são os magos sem GPS.
Se não conseguir esse livro... farei com outro. Ainda faltam dois teóricos que são argentinos, pode? Argentinos!!! Quem conhece Berenstein e Janine Puget????
Isso é traição. Bem que dizem que os orientadores enlouquessem os alunos.
O legal é que ainda não conheço ninguém louco suficiente pra ter esses cara em sua biblioteca. Se eu conseguir, vou postar na Zero Hora, pra que os próximos coitados a serem orientados pela Denise tenham um porto seguro com meus livros usados!!!
E não estou sendo anti-ética por divulgar o nome dela, afinal, não deve ser difícil a gente conhecer alguma Denise louca que orienta pobres e inofencivas mulheres no pós graduação com argentinos como teóricos.
domingo, 18 de julho de 2010
Abdução
Neste final de semana fui abduzida por colegas de trabalho a fim de comemorar o mestrado da coordenadora. Ok! Fato importante.
Fomos a um churrasco. O churrasco em si estava bom, mas as pessoas... ah sempre as pessoas.
Eu já entrara em férias e estava lá, escutando uma música que não gostava, alta e as pessoas conversando ao meu redor. Ali, senti como sou anti-social. Como não consigo estar entre muita gente, adulta, com modelos certinhos de vida, bons conselhos, maridinhos e namoradinhos e eu ali, só, sentada entre tantos e sem ninguém. O que me mais me incomoda, não é a solidão em si, pois se estivesse só e em minha casa ou num lugar que não conhecesse ninguém, estaria melhor. O pior é que trabalho com essas pessoas.
Além de conhecer, trabalhar e conviver com cada uma delas, não queria estar com a maioria delas e suas bebedeiras, risadas e absurdos.
Não sou puritana, mas, peraí, observar o quadro da dor dessas pessoas...
Sim, o churrasco estava bom, e como sempre, meus ouvidos escutam as conversas dos homens, que ao meu ver e ouvir, geralmente são mais interessantes.
Geralmente são assuntos óbvios, futebol, piadas... as mulheres as vezes são tão óbvias...
dificilmente você as vê discutindo ética, filosofia, assuntos que discutem fatos, posturas e dimensão do humano... parece que só fazemos isso quando a diretora manda.
Mas estávamos em férias...
Eu certamente estava em uma nave espacial, e, aqueles eram seres de outro mundo, de um mundo que não era o meu.
meu mundo não é esse.
Mas agora, que me libertaram, estou em férias.
E depois desse evento social, posso me exilar por mais um ano.
Essa mania de integrar as pessoas é um fardo. Será que não compreendem que há pessoas que gostam de sempre estar grudados.
Eu já fui assim, quando me permitia a ser uma bailarina dançando entre as pessoas, mas me dei conta que não pertencia a nenhum palco. Retirei-me, e não hei de voltar.
Fomos a um churrasco. O churrasco em si estava bom, mas as pessoas... ah sempre as pessoas.
Eu já entrara em férias e estava lá, escutando uma música que não gostava, alta e as pessoas conversando ao meu redor. Ali, senti como sou anti-social. Como não consigo estar entre muita gente, adulta, com modelos certinhos de vida, bons conselhos, maridinhos e namoradinhos e eu ali, só, sentada entre tantos e sem ninguém. O que me mais me incomoda, não é a solidão em si, pois se estivesse só e em minha casa ou num lugar que não conhecesse ninguém, estaria melhor. O pior é que trabalho com essas pessoas.
Além de conhecer, trabalhar e conviver com cada uma delas, não queria estar com a maioria delas e suas bebedeiras, risadas e absurdos.
Não sou puritana, mas, peraí, observar o quadro da dor dessas pessoas...
Sim, o churrasco estava bom, e como sempre, meus ouvidos escutam as conversas dos homens, que ao meu ver e ouvir, geralmente são mais interessantes.
Geralmente são assuntos óbvios, futebol, piadas... as mulheres as vezes são tão óbvias...
dificilmente você as vê discutindo ética, filosofia, assuntos que discutem fatos, posturas e dimensão do humano... parece que só fazemos isso quando a diretora manda.
Mas estávamos em férias...
Eu certamente estava em uma nave espacial, e, aqueles eram seres de outro mundo, de um mundo que não era o meu.
meu mundo não é esse.
Mas agora, que me libertaram, estou em férias.
E depois desse evento social, posso me exilar por mais um ano.
Essa mania de integrar as pessoas é um fardo. Será que não compreendem que há pessoas que gostam de sempre estar grudados.
Eu já fui assim, quando me permitia a ser uma bailarina dançando entre as pessoas, mas me dei conta que não pertencia a nenhum palco. Retirei-me, e não hei de voltar.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Perfeição
Renato Russo, um camarada ao qual gosto muito de sua poesia fez a música "Perfeição". Ela realmente é perfeita pra tudo que mais tenho intolerancia, e é só ler a letra que qualquer um entende.
Acho bonito o final que ele deu, é reconfortante... "O amor tem sempre a porta aberta / E vem chegando a primavera / Nosso futuro recomeça / Venha! / Que o que vem é Perfeição!..."
Mas sinceramente, não sei como ele podia ver um final feliz pra essas coisas. Quem sabe ainda não chegamos no fim!
Dizem que ´quando se está no fundo do poço, só há saída por cima... Não sei mais o que real...
Não entendo o desrespeito pela vida, seja ela que tipo for. A ideia é formar, dar forma e a forma vem de um lugar que eu não sei, não fui questiona se gostaria que fosse assim... nada é a sua maneira.
Quer um negócio ridículo: inclusão. Uma maneira polida de dizer claro e em bom tom: "tu entra na rodinha, mas não fala nada por que tu é retardado, deformado (sem a forma adequado)". O cara tá lá, mas ou ele se aproxima da "forma ideal" ou, conclui-se que o camarada recebeu tudo e não tinha possibilidades cognitivas, havia limitações do corpo para não progredir.
O legal, que as pessoas se sentem bem por fazer isso. Acham que são boazinhas, e ainda há aquelas que acham que vão pro céu por isso!!!
Eu não questiono o céu de ninguém. Mas, vê bem, é muita hipocrisia!!!
Outra coisa é fazer com que todos os meninos façam futebol porque integra a criança e ela faz um jogo com crianças da sua faixa etária. Mentira. Tu quer que teu filho sue a camisa como macho, dispute e ganhe. Quer que ele seja o atacante, dá rizada do pai do goleiro e do zagueiro. Se ver uma menina jogando com os meninos, essa vai ser "sapatão".
Meninas precisam fazer balé, serem delicadas e sedutoras.
Odeio balé, nunca fiz. Jogava basquete com os meninos por que as gurias eram fracas. Corria todos os dias pra poder continuar jogando. Não fui e nem sou sapatão, mas muita gente pensou!!!
Acho que o temos que ter é respeito por todos. Apresentar maneiras de convivência pela austeridade nos valores que constituem a organização e economia da casa comum. Não uma lista de regras que servem a poucos por muitos.
Ainclusão efetiva virá, quando, por exemplo, não precisarmos mais de bancos nos ônibus que digam pela cor e recados ao que servem. Quando pararmos de dizer aos filhos "não encara o pobre coitado sem perna, ele fica triste", joga uma culpa para os dois, a criança não interage, "é feio olhar", saber a verdade, questinar a realidade. Faz de conta que ele não existe. Poxa, a maioria tem duas pernas, se ele não tem...
O respeito não é não encarar, é aprender a admirar.
É pela admiração que podemos chegar a perfeição. E perfeito é o caminho que nos leva a ele.
Espero um dia rir de tudo que escrevi.
Com mais amor no meu coração, paciência e inspiração divina, possa, largar minha espada e escrever poesias pra mudar o mundo... nem que seja o meu mundo!!!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Chuvarada
Em plena 5 horas da matina, acordei-me com o vendaval. Corri para minha área e tomei um bom banho de chuva.
Nada como um banho matinal pra acordar, ainda mais frio, com vento e medo dos raios.
Antes que possa passar pela vossa mente que sou, de fato, uma louca, deixe-me explicar.
Ontem, lavei roupa e depois de uma fúria de limpeza em casa e planejamento para última semana de aula (graças a Deus, tô precisando de férias!) eu dormi o restante da tarde. Não me preocupei em averiguar a roupa na área. Fiquei jogando The Sims das 18 horas até as 2 horas da manhã.
Três horas mais tarde, acordei-me no susto. É interessante que sempre que chego á área minhas roupas estão a um prendedor de sair voando.
Enfim, tomei um banho gelado, os raios me assustavam, pois jurava que o próximo seria em mim. Todas as roupas mollhadas, gato encharcado e eu, idem. Corri pro banho, agora, quente. Após me secar e colocar roupa quente, voltei pra cama. O gato, não foi bem vindo em minhas cobertas!
As 7 horas, tive que me levantar, fazer uma escova no cabelo (pra em seguida ficar aquela coisa sem forma - primeiro porque meu cabelo é tão liso que a única coisa que um piolho consegue na minha cabeça é brincar de tobogam uma vez apenas, segundo que qualquer dia chuvoso acaba com qualquer cabelo), sair, quase atrasada pra entrega de livros e voltar em uma hora para casa.
A chuvarada está horrivel, o vento ajudou a umidade entrar em qualquer espaço. Sinto cansaço e não consigo dormir.
A noite, juro, vou dormir as 20 horas - e nada de roupa no varal!!!
A chuvarada não me atormentará amanhã!
Nada como um banho matinal pra acordar, ainda mais frio, com vento e medo dos raios.
Antes que possa passar pela vossa mente que sou, de fato, uma louca, deixe-me explicar.
Ontem, lavei roupa e depois de uma fúria de limpeza em casa e planejamento para última semana de aula (graças a Deus, tô precisando de férias!) eu dormi o restante da tarde. Não me preocupei em averiguar a roupa na área. Fiquei jogando The Sims das 18 horas até as 2 horas da manhã.
Três horas mais tarde, acordei-me no susto. É interessante que sempre que chego á área minhas roupas estão a um prendedor de sair voando.
Enfim, tomei um banho gelado, os raios me assustavam, pois jurava que o próximo seria em mim. Todas as roupas mollhadas, gato encharcado e eu, idem. Corri pro banho, agora, quente. Após me secar e colocar roupa quente, voltei pra cama. O gato, não foi bem vindo em minhas cobertas!
As 7 horas, tive que me levantar, fazer uma escova no cabelo (pra em seguida ficar aquela coisa sem forma - primeiro porque meu cabelo é tão liso que a única coisa que um piolho consegue na minha cabeça é brincar de tobogam uma vez apenas, segundo que qualquer dia chuvoso acaba com qualquer cabelo), sair, quase atrasada pra entrega de livros e voltar em uma hora para casa.
A chuvarada está horrivel, o vento ajudou a umidade entrar em qualquer espaço. Sinto cansaço e não consigo dormir.
A noite, juro, vou dormir as 20 horas - e nada de roupa no varal!!!
A chuvarada não me atormentará amanhã!
domingo, 11 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Ela - momentos
Ela chegou de seu trabalho. Uma semana árdua, sem dúvida nenhuma. Para melhorar o quadro ela sentia muita dor nas costas, já fazia alguns dias que dormia pouco.
Largou sua bolsa de trabalho, cheio de trabalho e sua bolsa na cadeira da cozinha. Preparou um chá. Mas nada a fazia concentrar-se.
Levantou-se e decidida, caminhou pelo corredor. Lembrou dele. Em 20 minutos estava ela, tirando delicadamente cada peça de suas roupas. Ela sabia exatamente o que iria fazer, por onde começar, desenvolver, envolver-se e concluir tudo aquilo.
Com ele, ela podia ser ela mesma, não havia nada que pudesse interrromper aquele momento de prazer. Prazer que ela merecia, e digamos, necessitava.
Primeiro sentou-se, começou a relaxar cada parte do corpo, ele foi pouco a pouco envolvendo-a até que ela apenas sorria. Fechou seus olhos para não sentir o tempo passar.
Foi tudo muito delicado. suave e quente. O telefone tocou mas ela recusou-se atender, afinal, interroper um momento tão delicioso...
Então, ela abriu os olhos, seu corpo molhado, quente, relaxado, tranquilo... não percebeu quanto tempo havia passado. Olhou para seu corpo nu, tocou seus braços, coxas e então olhou para seus dedos, foi aí que entendeu que possivelmenete fazia uma meia hora que estava ali.
Levantou-se, pois tinha muito trabalho.
Seu corpo exalava o cheiro que ele deixara nela... cacau.
Saiu da banheira, secou-se, sorriu pra ele e com prazer... nada como um bom banho pra relaxar.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Escolhas
Escolher, a vida é feita de escolhas. Algumas deles, e digo apenas algumas, são conscientes e a maioria, inconscientes.
Existem aquelas que você sofre pra escolher, custam sua vaidade entre algumas opções, outras, são corriqueiras, quase esquecidas, sabe, o chocolate que irá comer, o café da manhã (nata ou margarina?), em que banco do ônibus irá sentar-se...
Escolhas perpassam pela vaidade de cada um. É um assombro, é uma hora difícil, custa caro, e fica claro que não se pode ter tudo!!!
Você pode, com muita sorte, escolher quem você ama pra viver - isso se esta for a escolha do outro também, assim, dependemos de coincidência e reciprocidade -, outras você acaba escolhendo alguém que goste e te ama.
As vezes, escolhemos amar a distância, tentando não prejudicar o ser amado, seja por nossa vida, seja pela vida do outro. Não há conselhos a dar. Não há exemplos, há mitos, contos de uma felicidade plena, mas na realidade, cada caso é um caso.
Posso falar como leio minha realidade e quais são meus sonhos, minhas opções de escolhas, contudo, não posso ir muito além disso.
Escolhas, como já disse, é um exercício que vai de encontro com nossa vaidade. Manter-me na escuridão, sobre os telhados e admirar o céu e a cidade é uma escolha vaidosa. Não preciso me desesperar com o não de alguém, com a rejeição, com as discussões, com a tentativa de ajuste a vida das pessoas. Apenas observo, contemplo a vida e ali, tento me alimentar - vampiriscamente. Quando surge o alvorescer, já fui embora, permitindo que os demais sigam suas vidas, quase sem saber da minha existência.
É pura vaidade. É uma escolha também. Tem um preço, tudo passa pela balança da vida, não há volta, uma vez decidido, tudo mudará.
Não posso dizer o que fazer, nem o que não fazer. Vivo minha vida, tenho a esperança dos tolos - a plena e imbecil esperança que no final tudo será bom - mas não sei o que decidir. Fico em cima do muro.
Em cima do muro é uma escolha, tem seu preço, tem seu tempo, tem minha prisão.
Refletir ou não sobre isso, escrever, esperar, calar... são minhas escolhas. Indignar-me com meu amor platônico, ter sede do outro, do saber, do viver intensamente e não optar por isso, é, infelizmente, uma escolha - a minha escolha presente.
Será uma escolha que deverá ser feita, e não decidir, também é uma escolha.
Existem aquelas que você sofre pra escolher, custam sua vaidade entre algumas opções, outras, são corriqueiras, quase esquecidas, sabe, o chocolate que irá comer, o café da manhã (nata ou margarina?), em que banco do ônibus irá sentar-se...
Escolhas perpassam pela vaidade de cada um. É um assombro, é uma hora difícil, custa caro, e fica claro que não se pode ter tudo!!!
Você pode, com muita sorte, escolher quem você ama pra viver - isso se esta for a escolha do outro também, assim, dependemos de coincidência e reciprocidade -, outras você acaba escolhendo alguém que goste e te ama.
As vezes, escolhemos amar a distância, tentando não prejudicar o ser amado, seja por nossa vida, seja pela vida do outro. Não há conselhos a dar. Não há exemplos, há mitos, contos de uma felicidade plena, mas na realidade, cada caso é um caso.
Posso falar como leio minha realidade e quais são meus sonhos, minhas opções de escolhas, contudo, não posso ir muito além disso.
Escolhas, como já disse, é um exercício que vai de encontro com nossa vaidade. Manter-me na escuridão, sobre os telhados e admirar o céu e a cidade é uma escolha vaidosa. Não preciso me desesperar com o não de alguém, com a rejeição, com as discussões, com a tentativa de ajuste a vida das pessoas. Apenas observo, contemplo a vida e ali, tento me alimentar - vampiriscamente. Quando surge o alvorescer, já fui embora, permitindo que os demais sigam suas vidas, quase sem saber da minha existência.
É pura vaidade. É uma escolha também. Tem um preço, tudo passa pela balança da vida, não há volta, uma vez decidido, tudo mudará.
Não posso dizer o que fazer, nem o que não fazer. Vivo minha vida, tenho a esperança dos tolos - a plena e imbecil esperança que no final tudo será bom - mas não sei o que decidir. Fico em cima do muro.
Em cima do muro é uma escolha, tem seu preço, tem seu tempo, tem minha prisão.
Refletir ou não sobre isso, escrever, esperar, calar... são minhas escolhas. Indignar-me com meu amor platônico, ter sede do outro, do saber, do viver intensamente e não optar por isso, é, infelizmente, uma escolha - a minha escolha presente.
Esperar por um meteorito mudar a face da terra e minha vida, talves seja uma escolha - um esperança idiota. O meteorito seria uma ação inerente a minha que justamente só me deixaria a reação do sim, mas sei que esse meteorito jamais virá. Que o dever é meu de sair do muro, dar minha cara a tapa, mostrar-me, revelar-me. haverá um grande preço. As vezes, o preço pode ser alto, mas transforma-se em investimento e investir é maravilhoso; porém, não sei se será investimento ou prejuízo.
sábado, 3 de julho de 2010
Resenha de Cinema: Eclipse - e comentários sórdidos
Comentários alheios ao filme em questão:
Me apossei de meu ingresso, e fui para o Barra Shopping. 19 horas e eu já estava lá! Já havia tomado um capuccino, comido uma torta de geléia de morango e creme cheese... fui ao Mac e comi um número um com batatas grandes. E finalmente já era quase 19:45. Então, passei um sms pra as gurias que desejavam estar comigo e ver a estréia, perderam um poster do vampiro!!! Me dirigi ao balcão de porcarias, vi um balde gigantesco de pipocas com os três integrantes do filme, paguei quase 15 reais por aquilo e mais sei lá quanto por um copo!!!
Tá! Eu nem conseguia carregar tudo aquilo!!!
Entrei, sentei-me na poltrona 11 da fila k. 20h e o povo ainda não lotara o cinema. Após finalmente começar o filme, de repente o filme para e um guardinha grita lá frente: "só iremos dar play se as pessoas se sentarem em seus devidos lugares". Teve gente dizendo que se chegassem no horário ninguém teria os perdido... Enfim, como sempre, tem os espertinhos, que literalmente saíram lá da fileira D e foram lá pra H, poltronas 9 ou 10...
Saga:
Eu assiti os filmes anteriores, li os três livros e... Para uma fã, ele está muito bom em sua continuidade e sendo um filme de "meio" como digo. Um filme de meio por serem 5 filmes no total (Amanhecer serão dois filmes), tendo uma mega luta e união de arqui rivais...
Nesse filme, finalmente Bella sede ao pedido de casamento de Edward, o faz muita gente suspirar, ela finalmente livrar-se-á da Victória, a vampira vuíva de James, camarada que no Crepúsculo queria devorá-la, contudo os Cullen esquartejam o rapaz e dão fim a tudo. Na sequencia, filme Lua Nova, Edward vê e convence sua família a deixar Forks, devido a um problema de "segurança" para a vida dela. O vampiro abandona-a e diz: "será como se eu nunca tivesse existido". Victória tenta matar Bella, e esta é protegida pelo amiguinho da tribo dos Quileutes (nativos da América do Norte), até que, pela presença dos vampiros na região, o inocente Jacob transforma-se em um lobisomen. Este que havia prometido estar ao lado de Bella, também não consegue estar ao seu lado, mas ao descobrir Victória e sua vontade de matar Bella - sua amada em secreto - volta-se e coloca a a alcatéia a ajudar. Enquanto isso, desanimada devido (em minha opinião) ter perdido a oportunidade de ser eterna e jovem, e porque não, estar vivendo eternamente o romance com seu amado? Ela segue uma aventura de expor-se ao perigo de sua vida. Lança-se de um precipício e Alice, a vampira que vê o futuro, crê que ela tenha morrido, Edward, que monitora os pensamentos de Alice, crê que perdeu seu amor e tenta provocar sua única maneira de morrer: Ser esquartejado pelos Vonturi. No final das contas, é Bella que "salva" Edward e consegue a promessa de ser imortal - ou toda a família Cullen morre!!!
Eclipse:
Nessa continuação, sendo eu (quem diria...) leitora dos livros antes do filme, senti, como filme, uma boa continuidade, embora conheça muitos filmes que esses de continuidade sempre ficam meio vazios e desconectos na sequencia. Não passou muito despercebido isso em Eclipse. Acho que é a espectativa pelo desenlace da história que nos faz esperar tanto.
Vamos lá, mesmo com dor em meu coração, preciso dizer racionalmente isso:
o filme me parece mais recortes de cenas da história do que propriamente a história resumida em um roteiro que deve dar em torno de 2 horas de filme, três ou quatro cenas foram colocadas no filme que não há no livro, e percebi que foram para dar mais ação e função pro camarada que era um fantoche nas mãos de Victória.
A ação está boa, mas acho que poderiam ter investido mais na luta dos lobisomens e vampiros do lado negro da força (ops, acho que misturei tudo, eles não eram siths), e a fogueira no final da briga era discreta demais, uma vez que a descrição no livro era muito maior - acho que a fogueirinha dos Cullen serviria bem para escoteiros!
A Bella consegue se declarar pro Jacob, o lobinho bonitinho e forte, que todas as meninas amam e querem que Bella fique, mas, ela declara, ama mais ainda Edward. E isso acho que ficou bom.
Como já disse: esse filme é muito bom para os fãs, mas com um pouquinho de racionalidade e conhecimento do livro, você se depara com um certo mosaico em sequencia, que tem uma certa coerência. Como sou muito subjetiva, esperava, como leitora, algo mais, algo que imaginei na minha cabeça com a informação dos demais filmes. Entretanto, 99% do filme estava em minha imaginação, mas o oposto não é verdadeiro.
Mesmo assim, este filme estará em minha prateleira de filmes!!!
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