sábado, 19 de março de 2011

Um certo Capitão Rodrigo

Estou lendo este livro, uma edição de 1991, amarelada... isso faz sentido pr minha mãe - livros com cheiro e cara de usados "quantas pessoas já leram, já se emocionaram com o livro... acho lindo isso...", ok, mas gosto de livros novos pra ler...

Eu comecei a ler e me deiletar com o capitão, cara alegre, sem frescura... mulherengo... e apaixonado pela vida...

Agora, estou na parte em que Bibiana já tem Bolívar e Anita. Rodrigo a trai por não mais ter tesão por ela, embora saiba que a ame.
É triste, mas é real. Algumas vezes lutamos pelo que amamos e depois corremos atras do que é a paixão maior, no caso do capitão, a liberdade.

Cada um sabe de suas paixões, cada um vê, as vezes disfarça... Gosto do capitão por sua gana de viver, de sua liberdade, de sua paixão em desafiar o mundo... até me identifico.

As vezes tenho medo das minhas paixões subirem a cabeça e cometer alguma loucura, fora dessa organização toda... Mas acho que a vida é feita de amores, paixões, alguns pudores. O que vamos realmente lembrar no final dessa tragetória? Lembraremos das loucuras muito mais do que a sensatez!!!

Sei que ele morre no final, mas já dizia o Renato: "ninguém sai vivo daqui, então, vamos com calma". Meu futuro certo é a morte e como todo mundo que morre vira santo na comunidade, sei que terão hipócritas no meu velório pra dizer o quanto fui maravilhosa... vou morrer, não tem jeito.
Então, vou em frente... sem medo de ser feliz, embora, corra o risco de ser infeliz. São riscos. Capitão correu os seus, eu correrei os meus!!!

"Gracias!"

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