sábado, 17 de setembro de 2011

Dores nas costas

Dores nas costas são frequêntes naqueles e naquelas que fazem pouco ou nenhum exercício. Num sábado me embretei a fazer coisas antigas como doces, pastas de temperos... sim, eu faço dessas coisas também!


Acho que minha mente irriquieta, faz meu corpo correr para algumas coisas: comidas, temperos, junção de gente, papo e risos (blusas sujas, panelas queimadas...). Gosto dessa dinâmica.


Mas depois de 14 horas fazendo essas coisas... ajudando o filho a montar um blog meio tosco e sorrir para minha mãe... veio as dores!!!


Oh, dores!
Tomei remédios, banho quente, salompas e melhorou um pouco.


Mas essas dores, elas passam, um ou dois dias.
Há dores que ficam um pouco menores e há aquelas que chamo de cólicas de dor de barriga: vai e volta quando menos se espera, por mais atento que se esteja!


As dores da alma, da ingratidão são dores que raramente passam - a não ser que siga a finco as dicas de "Comer, rezar e amar" - eu já amei muito, tô comendo bastante, rezo e ainda não vi muito resultado, a não ser a balança que sempre está errada, óbvio!.
Há dores de inveja. Inveja por ver tanta gente ruim se dando bem com pouco esforço, inveja da mulher mais vagabunda casar com o cara legal, e tu, que até doce de banana faz, com receita da avó casa com um inútil e depois vive sozinha - ok, saber fazer doce não quer dizer muito, talves um macaco se apaixone por mim para mudar o cardápio de bananas... -, parece injustiça...


As dores de cotovelo, as dores de barriga por comer demais, as dores na lombar por ficar no computador, as dores de cabeça com o orçamento financeiro...


As dores de ciúmes que tive por causa dele, ele, que sempre achei lindo...
Todas dores humanas...
Dores de solidão a gente se acostuma.
Se há algo positivo nisso, só os vivos e conscientes sentem dor...
(os psicóticos também, depois de lutar com seus dragões, mas ainda não é o meu caso. Faísca, ainda é do tamanho de um pequeno lagarto!)

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